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Museu de Ciência da Amazônia promete impulsionar a bioeconomia e abrir caminhos para a iniciativa privada atuar na região

Reprodução Dieny Portinanni

Localizado em Belterra, região com maior diversidade do país e considerada o maior laboratório a céu aberto do planeta, o Museu de Ciência da Amazônia (MuCA), com previsão de inauguração para outubro, abrigará uma mostra preciosa da biodiversidade da Floresta Nacional do Tapajós, na Amazônia. Tal acervo é fruto de parcerias com o Instituto Butantan e a Unama (Universidade da Amazônia) e guarda várias das respostas de que a humanidade precisa para garantir sua própria sobrevivência e a do planeta.

O propósito do museu é evidenciar a viabilidade da produtividade pautada na preservação ambiental. Nesse contexto, o MuCA se consolida como o elo entre ciência, poder público, sociedade civil e iniciativa privada, unindo todos sob um mesmo esforço de criar caminhos para a inovação, impulsionar a bioeconomia e desenvolver os potenciais da comunidade local.

Entre as empresas parceiras do museu está o conglomerado americano de biotecnologia Amyris – conhecido por produzir ingredientes bio idênticos de forma ética, natural e sustentável através da cana-de-açúcar brasileira –, do qual fazem parte as marcas Biossance e Costa Brazil. O MuCA conta ainda com participações da MAD – Made In Amazônia, desenvolvedora de produtos que purificam o organismo, regeneram o planeta e criam impacto social positivo,  e da Ama Brasil, organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) voltada à preservação do patrimônio histórico, artístico e ambiental atrelado ao desenvolvimento cultural e social, com acesso ao conhecimento.

O museu tem o apoio do BNDES, responsável pelo financiamento de sua sede, e também uma parceria com a Universidade Federal do Oeste do Pará, que visa a formação técnica de jovens da região para a atuação com bioeconomia, contribuindo com a geração de renda e empregos no local. 

Outro parceiro do MuCA é o escritório de arquitetura Studio Arthur Casas, que está revitalizando uma vila histórica na região para a instalação de escola, hotel e centro gastronômico. O conjunto arquitetônico vai complementar o funcionamento do museu.

A Cidades 21 é responsável pela comunicação do MuCA, cujo propósito é a construção de um posicionamento que busque repercutir e divulgar as possibilidades que o museu oferece para a comunidade, para o meio ambiente e para a economia do país. 

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