Mobilidade

Três maneiras como a crise pode tornar as cidades melhores

Ruas esvaziadas são uma chance importante de transformar o uso dos espaços públicos e as alternativas de deslocamentos

Se há algo que podemos aprender com a história é que doenças reconfiguram cidades e, muitas vezes, para melhor. Em Londres, no Reino Unido, boa parte do sistema de esgoto surgiu como resposta à malária. O famoso Central Park, em Nova York, foi idealizado como “um pulmão urbano” quando se acreditava que diversas doenças eram transmitidas pelo ar. Além de um problema de saúde pública, a pandemia é uma oportunidade de repensar o planejamento urbano e valorizar o que mais importa: as pessoas. Esse momento delicado pode ser encarado também como uma chance de fazermos dos limões uma limonada.

A retomada de uma agenda sustentável e de novos usos para os espaços públicos se destacam como efeitos positivos da crise até aqui. Uma série de adaptações estão sendo adotadas por governantes, com maior ou menor sucesso, para responder às novas demandas do distanciamento social. O vazio criado por força do isolamento tem permitido testar iniciativas temporárias e permanentes e experimentar seus potenciais de transformação. Confira algumas delas:

Menos carros, mais pessoas
Em diferentes cidades do mundo e de maneira nunca antes vista, ruas até então exclusivas para carros cederam lugar para ciclovias e pedestres. O movimento mostra a viabilidade dos deslocamentos mais limpos e saudáveis e dá pistas importantes sobre como melhorar a convivência entre diferentes modais.

Conteúdo exclusivo produzido pela Cidades21 para o site da paraondevamos.com, da 99. Clique aqui para ler na íntegra.

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